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sexta-feira, 18 de maio de 2012

POLICIAIS ASSISENSES EM PORTO ALEGRE

Duzentos policiais do interior do Estado foram deslocados para Porto Alegre e Região Metropolitana. Com a finalidade de diminuir os índices de homicídios ocorridos na região. Destes, três são de São Francisco de Assis. Desde o dia 09, o Sgt Nunes e o Sd Pedrozo, e logo após o Sd Monteiro, estão em Porto Alegre, prestando serviço na grande Porto Alegre.
 Abaixo reportagem postada no Site da Abamf (Associação dos Cabos e Soldados da BM).










PMs receberão instrução de tiros

Os 200 PMs do Interior que estão na Capital e Região Metropolitana para combater homicídios serão submetidos a instrução de tiros a partir de hoje. Em estandes de tiros da Brigada Militar, cada policial poderá disparar revólveres ou pistolas 50 vezes contra os alvos.
Como atuam em realidades completamente diferentes da existente nos grandes centros urbanos, que registram altos índices de assassinato, roubo de veículos e a estabelecimentos comerciais, eles foram submetidos a dois dias e meio de treinamento antes de entrar em atividade. O objetivo é tornar o grupo o mais homogêneo.
– Eles participaram de palestras, familiarizaram-se com o nosso operacional de comunicação, tiveram aulas de abordagem e de barreiras – diz o comandante de Policiamento da Capital, tenente-coronel Paulo Stocker.
Hoje, reunidos em grupos de 25 PMs, eles serão submetidos a uma sessão de 50 tiros.
Ontem, ZH revelou que parte dos PMs vindos do Interior usa revólveres 38 – a maioria dos policiais lotados na Capital e na Região Metropolitana porta pistolas .40, capazes de disparar até 12 tiros de forma automática.
Para o tenente-coronel Stocker, PMs que usam revólveres não estão em desvantagem em relação aos que carregam pistolas na cintura.
– Eu, particularmente, sempre preferi revólver. O importante não é a quantidade, mas sim a qualidade dos tiros – pondera Stocker.
Comandante do Policiamento na Região Metropolitana, coronel Silanus Mello também acredita que as diferentes realidades não tornam soldados interioranos mais vulneráveis.
– Não vejo que a vinda deles para cá represente um risco adicional. Além disso, eles trabalham em grupo – diz.
Segundo o comando da corporação, todos os policiais são submetidos a reciclagens anuais de 50 horas aula em Cursos de Formação Profissional.

ZERO HORA

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